MATEMÁTICA E OS JUROS

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Em um mundo financeirizado como o nosso, os juros fazem parte do cotidiano. No cartão de crédito, nas contas atrasadas, no cheque especial. Em qualquer momento de fragilidade financeira ou de compra de um bem durável, como imóveis ou automóveis, lidar com a usura é um imperativo. Assim, aprender como calcular as margens de financiamento é uma tarefa cuja responsabilidade deveria ser de todos que planejam ter um mínimo controle sobre suas vidas.

O primeiro passo é saber diferenciar os tipos de juros. Simples ou compostos, essas tarifas variadas causam diferentes impactos no orçamento. No caso dos módulos mencionados, enquanto o primeiro deve ser calculado com base em um percentual sobre determinado valor, o segundo varia de acordo com o tempo do financiamento. Há, portanto, enormes diferenças entre as modalidades.

Uma vez conhecido o tipo de juros sob interesse, vamos efetivamente à matemática. A ajuda da calculadora pode ser decisiva para quem quer ter tudo na ponta do lápis. Não hesite, assim, a usar e abusar do instrumento. Quem é conservador nos cálculos é pródigo nas receitas - ou comedido nas despesas.

Com um cálculo apurado sobre os muitos regimes de tarifas, torna-se possivel escolher cobrir aquela dívida com o cheque especial ou com o rotativo do cartão, por exemplo. Em tempos de crise econômica, eis uma habilidade que vale o esforço.

 para quem vê os juros pelo lado positivo, isto é, os que recolhem rendimentos, ficar atento às reuniões do Copom pode ser interessante. É nesse órgão que as tarifas básicas de juros são decididas, com impacto direto nas transações financeiras do país. Fique atento!

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